poliTICs 22

Esta edição da poliTICs dá continuidade à análise dos processos participativos na construção de políticas e nos modelos de governança (tema que vem sendo tratado sob várias abordagens em nossas edições desde pelo menos 2012), com o trabalho de Jeremy Malcolm. O autor detalha as várias possibilidades de participação pluralista em processos políticos, bem como de formação dos grupos de interesse envolvidos, e ainda os papéis a desempenhar por cada grupo nas várias etapas desses processos.
(continua...)

Novembro 2015 | Expediente | Índice

Critérios para a inclusão de setores interessados na governança da Internet

Este documento é uma breve proposta para o reconhecimento de um conjunto de quatro critérios voltados à inclusão de setores interessados nos processos de governança da Internet, capazes de simplificar o processo de exame e crítica que deve permitir o envolvimento do povo ou de múltiplos setores no desenvolvimento de política públicas.

Espectro Livre como alternativa tecnopolítica à vigilância

É difícil imaginar algo mais ubíquo em nossas sociedades que o espectro eletromagnético. Muitas vezes, ele é descrito como aquilo que nos ronda, o “ar ao redor”, mas talvez fosse mais apropriado o pensarmos não como algo externo a nós. Ao contrário, podemos imaginá-lo em termos de modulação de energia e matéria, ou corpos. Conscientes ou não, estamos literalmente imersos, atravessados pelo tema.

Levando a política de comunicação para fora da cabine telefônica*

Os canadenses amam os pequenos e poderosos computadores que chamamos confusamente de “smartphones”. Estes dispositivos mudaram nossas vidas e poderiam fazer muito mais por nós no futuro, mas somente se conseguirmos construir uma política adequada de transmissão de dados sem fio.

Vivemos em uma era de imensas oportunidades para comunicações digitais, mas o governo canadense tem dificuldade de pensar fora da cabine de telefone. São dados, e não voz, que impulsionam o crescimento das redes sem fio, mas isso não se reflete na atual política canadense para o setor.

Outra Internet.org é possível: a perspectiva de um país em desenvolvimento para o acesso universal à Internet

"Dado que a Internet se tornou uma ferramenta indispensável para a realização de uma série de direitos humanos, como a luta contra a desigualdade e a aceleração do desenvolvimento e do progresso humano, assegurar o acesso universal à Internet deve ser uma prioridade para todos os Estados."

 

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